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segunda-feira, 21 de março de 2016

21 de Março - Dia Internacional da Síndrome de Down - Por Sueli Silva

Reprodução/Internet

Diante dos vários temas relacionados às deficiências, especialmente hoje trataremos de levar algumas informações que acreditamos ser importantes sobre a Síndrome de Down, um assunto muito presente em nosso meio e exatamente por isso, requer a nossa atenção.

Dentro de cada célula do nosso corpo, estão os cromossomos, responsáveis pela cor dos olhos, altura, sexo e também por todo o funcionamento e forma de cada órgão do corpo interno, como o coração, estômago, cérebro, etc. Cada uma das células possui 46 cromossomos, que são iguais, dois a dois, quer dizer, existem 23 pares ou duplas de cromossomos dentro de cada célula.

Um desses cromossomos, chamado de nº21 é que está alterado na Síndrome de Down. A criança que possui a síndrome, tem um cromossomo 21 a mais, ou seja, ela tem três cromossomos 21 em todas as suas células, ao invés de ter dois. Portanto, a causa Síndrome de Down, tem um cromossomo 21 a mais, ou seja, ela tem três cromossomos 21 em todas as suas células, ao invés de ter dois. Portanto a causa da Síndrome de Down é a trissomia do cromossomo 21. 


Reprodução/Internet
Podemos dizer que é um acidente genético, e não está no controle de ninguém. SINDROME - é o conjunto de características que de algum modo prejudicam o desenvolvimento do indivíduo. DOWN - sobrenome do médico que descreveu esta síndrome John Langdon Down. 21 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN, POR QUE O DIA 21? Data escolhida porque se escreve como 21/3 (ou 3-21), o que faz alusão à trissomia do cromossomo 21.

No Brasil estima-se que 300 mil pessoas têm a Síndrome. A data é comemorada
desde 2006 e sua importância está no fato de reconhecer que o indivíduo com Síndrome de Down merece respeito, garantia de direitos e oportunidades de inclusão social. Este é mais um desafio o da inclusão social e deve ser abraçado e defendido por todos, familiares, indivíduos com a Síndrome e instituições e profissionais que trabalham com afinco para superar obstáculos e limitações impostas pela cultura que por muito tempo fora excludente e preconceituosa.

A mídia e as instituições têm papel privilegiado na transformação cultural que visa à inclusão social e a convivência igualitária e respeitosa. A Síndrome de Down é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal e aparência facial, como por exemplo: achatamento da parte de trás da cabeça, inclinação das fendas palpebrais, pequenas dobras de pele no canto interno dos olhos, língua proeminente, ponte nasal achatada, orelhas ligeiramente menores, boca, mãos e pés pequenos, tônus muscular diminuído (ficam mais molinhos) e apresentam pele na nuca em excesso.


Reprodução/Internet
Além das características físicas, sabe-se que há uma tendência em demonstrar grande afetividade na interação com as famílias e as pessoas com quem convivem. São mais atuantes na sociedade, estão inseridos em escolas, no âmbito do mercado de trabalho, possuem vida social ativa e menos reclusa. A conscientização dos pais sobre a estimulação desde o início e o papel de facilitadores e profissionais são fatores ímpares para o desenvolvimento adequado.

As pessoas com síndrome de Down estudam, trabalham e convivem com todos. Esses indivíduos têm opinião e podem se expressar sobre assuntos que lhes dizem respeito. Em caso de entrevistas, procure falar com as próprias pessoas com deficiência, não apenas com familiares, acompanhantes ou especialistas, pois eles podem ser independentes.

Apesar de indivíduos com síndrome de Down terem algumas semelhanças entre si, como olhos amendoados, baixo tônus muscular e deficiência intelectual, não são todos iguais. Por isso, devemos evitar mencioná-los como um grupo único e uniforme. Todas as pessoas, inclusive as pessoas com síndrome de Down, têm características únicas, tanto genéticas, herdadas de seus familiares, quanto culturais, sociais e educacionais.

Ter uma deficiência é viver com algumas limitações. Isso não significa que pessoas com deficiência são “coitadinhas”. Pessoas com deficiência se divertem, estudam, passeiam, trabalham, namoram tornam-se adultos, constituem família e colaboram para o desenvolvimento como todo mundo. Nascer com uma deficiência não é uma tragédia, nem uma desgraça, é apenas uma das características do indivíduo.

Vale lembrar que a pessoa vem sempre em primeiro lugar. Ter uma deficiência não é o que caracteriza o indivíduo. Por isso, é importante dizer quem é a pessoa para depois citar a deficiência. Por exemplo: o funcionário com síndrome de Down, o aluno com autismo, a professora cega, a moça cadeirante, e assim por diante.



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6 anos levando a notícia com responsabilidade.

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